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Soldat


Caramba, faz um tempão que não faço review de jogos! Preciso mudar isso!!! Hoje vou falar de SOLDAT!!

Desabafo: Você é daqueles que acha Counter-Strike muito moderninho? Ou pior… é daquelas pessoas que ficam com “dor de cabeça” por jogar esse tipo de jogo?? Você… em algum sonho erótic0 do passado quis saber como seria jogar Contra em versão multiplayer? Em momentos de extrema euforia e tempestades psíquicas, imaginou como seria jogar Worms sem a droga dos turnos? E não conseguia ver sentido no jogo depois de se tocar desses malditos turnos? Afinal… duas minhocas inimigas ficavam cara a cara sem fazer NADA!! NADA!!! É o inimigo!! Mata!!! Mata!! Ahhhhhhhhhh!!!

Ops…Desculpe…

Soldat é um jogo de ação multiplayer em tempo real ambientado nas tão conhecidas duas dimensões. Nele você controla um soldadinho do qual se pode personalizar sua roupa (alterar uns 3 pixels na tela) e que possui uma espécie de jetpack que te permite “voar” um pouquinho, o que garante uma boa mobilidade pelo mapa. Você também dispõe das famosas armas clichês de tooooodo jogo de tiro como: Desert Eagle, AK-47, M79, M82A1 e mais um monte de armas legais…

Os gráficos do jogo são simples, mas não tiram a graça dele por isso. Os mapas são cheios de construções, cavernas e todo tipo de coisa que se pode usar para fazer emboscadas e se atocaiar por ai (para snipers sujos como eu… os mapas são cheios de lugares para se esconder =D) e ainda é possível construir seus próprios mapas num editor bem fácil de aprender.

Em Soldat existem vários modos de jogo como Deathmatch, Capture the Flag e algumas outras variações bem boladas, como o Rambomatch[1]. Em todos a diversão é garantida, o jogo é bem dinâmico e você sempre está atirando em algo… e se morrer não tem problema! O respawn é tão rápido quanto sua morte ou leva só o tempo de seus restos mortais caírem confortavelmente no chão! =D Durante o tiroteio surgem itens que podem recuperar sua vida, lhe dar granadas de fragmentação, coletes a prova de balas e coisas mais legais como: Predator Mode, que te deixa invisível, e o Sei la o que Mode que eu esqueci o nome, mas que te dá um lança-chames e de deixa insano!!!

Enfim, Soldat é um jogo GRÁTIS que já me divertiu muito e que recomendo a todos! Mas como sempre, tudo que eu disse ai em cima não é nada… comparado a poder ver o jogo rolando!! Então…

Para maiores informações e download: http://soldat.com.br/

=/

Notas da Autor:

[1] Rambomatch: É uma especie de deathmatch, onde temos um arco com flechas explosivas como as do Rambo. Quem pega ele primeiro fica com “Rambo Powers” e sai matando todo mundo. Se você conseguir matar o sujeito, pode pegar o arco pra você! Ganha quem conseguir ficar mais tempo com o arco.

Navy Field


A Ressurreição da Frota de Aço

ui…

Para quem é moderninho e curte começar o novo ano com novos vícios aqui vai uma boa dica! O jogo Navy Field…
Pessoalmente eu nunca gostei ou botei fé nesses joguinhos massivos, ficava desanimado quando via alguém jogando ragnarok e afins.. dando clicks sem parar e matando bolinhas rosas… mas o que Navy Field me ensinou é que sempre existe um desses jogos perfeito para te viciar! Acredite [1]

Para resumir bem, o jogo é como uma batalha naval, ambientado na segunda guerra mundial e com quatro diferentes nações para se escolher… nas batalhas cada navio é comandado por uma pessoa e não existem turnos (yeahhhh), o jogo é em tempo real. Mas ainda assim consegue manter uma boa complexidade.

Para começar a jogar, você ganha uma quantia em dinheiro (do jogo!!) e marinheiros com diferentes pontuações de habilidade (atirador, torpedeiro, comandante, mecânicos, engenheiros…). Com esse dinheiro, você compra seu primeiro navio, uma fragata.

No começo você não possui nação.. sua fragata é neutra, bem como seus marinheiros, que só ao chegar ao level 12 você pode escolher uma nação para seguir carreira: Alemã (KM), Britânica (RN), Estadunidense (USN) e Japonesa (IJN). Cada qual com diferentes habilidades e árvores de navios.

Conforme o level de seus marinheiros vão subindo, você pode comprar novos navios e ai a coisa começa a ficar mais divertida. Você deve ser preocupar com diferentes tipos de blindagens e munições, motores, canhões e sistemas de disparo.

Enquanto vai aumento suas habilidades, você deve ir escolhendo quais ramos de sua árvore de navios quer seguir, mas no final ela se ramifica em apenas duas classes de navios… encouraçados e porta-aviões. Sim! Tem até porta-aviões. Mas isso é coisa para começar a se preocupara lá pelo level 40 e essas árvores você encontra nos links no final do post.

Enfim, achei o jogo muito bem bolado, equilibrado e de uma complexidade que só te faz querer jogar mais! Nesse post, minha idéia é apenas introduzir-lhes tal joguinho. Se ficaram interessados, querem começar a jogar e saber mais sobre o mundo do Navy Field recomendo os seguintes sites:

Navy Field Oficial
TrainWorld
Navy Field Guides
Navy Field wikipedia

Notas do Autor:

[1] Até minha mãe aderiu a essa moda. Ela joga FishingChamp online! Hehehe

PS: Outra coisa legal..é que você pode dar o nome que quiser ao navio! E já reconheci vários físicos por lá.. só de ver o nome dos navios.. como: Leptron, Event Horizon, Compton, Boltzman…
PS2: Para quem tem medo de gringos.. tem muitos brasileiros jjogando! Temos até uma Frota…
PS3: Recomendo que joguem no servidor Missouri. É onde jogo.. e uma vez que você fez uma conta num servidor, suas coisas só ficam naquele servidor.

* No momento estou no level 62, escolhi ser um encouraçado e já peguei o primeiro encouraçado alemão, o Scharnhorst

Codename: Panzers - Phase One


Esse é para quem gosta de jogos de estratégia e na minha opinião esse é um dos melhores já joguei!

Introdução

Uma das principais características dos jogos de estratégia atuais é que são praticamente TODOS muito parecidos. Tem uns que parecem usar exatamente o mesmo engine e só mudam de skin. Você começa, constrói base disso, daquilo e daquilo outro, ai começa a produzir aquele treco que te possibilita construir aquela outra coisa que produz aquelas paradas mais eficientemente e que permite construir mais tranqueiras destrutivas que por sua vez fazem você ganhar o jogo… no final das contas você é um empreiteiro / administrador / general!

Não estou dizendo isso querendo desmerecer os jogos (gosto de muitos jogos assim!) ou quem gosta deles, administrar tudo isso e ainda conseguir combater envolve MUITA pericia e visão (que eu não tenho!). Sou uma pessoa que gosta mais de assistir meu jogo do que ficar preocupado com produção disso ou daquilo ou se minha base vai ser atacada ou não. Quero ver as batalhas, fogo pra todo lado, explosões e o que mais vier!

O Jogo

Além de ser ambientado na Segunda Guerra Mundial[1] e permitir jogar em campanhas Alemãs, Aliadas e Russas, a característica que mais me chamou atenção em Codename: Panzers é que você não tem bases, não tem que construir nada e não produz veículos ou unidades de infantaria durante o combate. Fica como um jogo de xadrez, você tem aquelas peças e não pode arrumar outras durante o jogo. Perdeu unidade… perdeu!

Diferentemente do xadrez, a seleção de unidades é você que faz de acordo com seu prestígio e sua necessidade de acordo com o tipo de missão. Seria mancada jogar xadrez com alguém que só tem unidades “rainhas”, por isso é que entra o prestígio na jogada, ele funciona como um limitador. Cada unidade custa um tanto de prestígio e você monta seu exército até zerar seu prestígio. Seu prestígio vai aumentando de acordo com suas proezas em batalha.

Dentre as unidades que podem ser escolhidas estão:

Tanques: Praticamente todos os famosos da Segunda Guerra Mundial estão no jogo! Mas diferente da maioria dos jogos os tanques podem ficar sem munição, são necessários veículos de suporte para remuniciar e outros para reparar eventuais danos e problemas.
Quanto a blindagem, cada tanque tem seus pontos fortes e fracos que você pode explorar muito bem, além de você poder administrar sua blindagem em combate. Por exemplo se seu tanque está com a lateral esquerda bem danificada, você pode posiciona-lo para ficar com o lado direito voltado para a batalha e fazer seu tanque durar mais em combate. Depois é só repara-lo quando o clima melhorar.
Também é possível roubar tanques dos seus inimigos, utilizando lança-chamas ou coqueteis molotov a tripulação do tanque sai quando este atinge uma certa temperatura.

Peças de Artilharia: Existem as auto-propulsadas e as comuns que podem ser rebocadas pelos veículos de transporte ou empurradas pelos seus soldados. São muito importantes para apoio e podem ser roubadas / tomadas dos seus inimigos.

Veiculos de Transporte/Apoio: São extremamente importantes para manter seus tanques em pleno funcionamento durante o jogo.

Soldados: O jogo dispõe de várias classes de soldados: snipers, médicos, morteiros, metralhadora, lança-chamas, anti-blindados e mais. O jogo permite usar 3 posições de tiro: em pé, abaixado e deitado. Deixar um soldado de pé no meio de um tiroteio é morte certa!
Além desses posições, usar as construções do terreno como abrigos também é possível.

Equipamentos: Um ponto interessante é que você pode comprar equipamentos para seus soldados para melhorar seu desempenho como: binóculos, barcos infláveis, granadas, granadas incendiarias, detectores de minas e minas. E tenha certeza de que possuir esses equipamentos faz muita diferença.

Suporte: Quando as coisas não estiverem indo bem e você precisar de uma ajudinha existem opções como: reconhecimento aéreo, bombardeio estratégico, bombardeiros de mergulho, salvas de artilharia e pára-quedistas.

Combate

Tudo isso faz com que todo seu raciocínio fique voltado para a batalha e em administrar todas esses itens para concluir seu objetivo.
O jogo permite que você visualize o campo de batalha de qualquer ângulo e distância. Também se pode jogar na sua velocidade, avançando aos poucos sobre o terreno inimigo ou atropelando tudo a sua frente. E ainda apertando a barra de espaço o jogo fica pausado para que você possa designar as ordens para cada unidade sua de forma a melhorar muito a coordenação de suas unidades.

Não consigo escrever mais sobre esse jogo… fico muito emocionado… só jogando mesmo….
Pra quem só acredita vendo:

Outros vídeos: Jogo rodando

Notas de autor:

[1] Sim! Sou WWII Freak! =P

THE BOBs O Efeito Ázaron está participando do concurso The BOBs.
Para votar no EÁ clique aqui.
 

Plasma-pong


Esse realmente é um jogo interessante pra se passar/perder o tempo! Mas antes, uma breve introdução histórica sobre PONG.

Acredito que todos mundo devem conhecer a versão tradicional de simplório joguinho Pong, caso contrário ai vai um screenshot e uma breve explicação de como ele é e como se joga:

Temos um campo com uma bolinha que quica pelas paredes superior e inferior e pelas pequenas barras laterais. Uma delas é controla por você e a outra por outra pessoa ou pela maquina. Objetivo: não deixar a bolinha passar para trás de sua barra e fazer o oponente não conseguir fazer o mesmo.

Pong foi de grande importância na história e no desenvolvimento dos video games, ele foi o primeiro jogo a se tornar popular entre a moçada nos anos 70! Como isso fez sucesso, bixo? Bem, numa época cheia de repressão e que os jovens pregavam o amor livre e drogas, era fácil ficar sem amor e sem drogas… então o que eles faziam?

JOGAVAM PONG!

Plasma Pong!

A idéia não é nova, o Plasma Pong já era sonho erótico de vários Físicos e Engenheiros desde o seu inicio, essa tão sonhada versão teria feito muito mais sucesso nos anos 70, mas eram grandes as limitações computacionais naquele período. Mas agora que temos computadores nervosos o Plasma Pong se tornou realidade.

Novidades do Plasma Pong:

1. Tem um grande número de cores maneiras.
2. É todo psicodélico.
3. É apolítico (Talvez! Não estou certo disso… já pararam para pensar por que o Player 1 é sempre o da esquerda? Pense nisso).
4. A dinâmica de plasmas entra na jogada.
5. Vem com um editor, onde você pode brincar com as características do plasma e partículas.
6. Tem músicas sinistras tocando enquando duela até a morte com a outra barra.

O jogo é basicamente o mesmo, o que muda são as características do meio onde a bolinha se movimenta. Dependendo do plasma que a bolinha está imersa, sua dinâmica fica regida por aquele plasma.

Sua barrinha dispara um fluxo de plasma, conforme você clica com o botão esquerdo do mouse, e ele deixa aquele região com uma característica de “empurrar” a bolinha na direção do oponente. Cada barrinha tem um plasma de uma cor e você tem que ficar esperto em qual deles a bolinha está, por que quando ela muda de meio ela pode até mudar de sentido e espirrar para o seu lado.


Queime bolinha! Queime!

Além de cuspir, você também pode chupar (Ham? Hehehehe… calma… to falando de plasma!). Com o botão direito do mouse você pode sugar o plasma a sua volta, junto com a bolinha e depois de uns poucos segundos que você já capturou a bolinha, ocorre uma explosão que dispara um monte de plasma pra todo lado e arremessa a bolinha pra longe.

Editor / Sandbox

O jogo ainda vem com um editor onde você pode ficar brincando com emissores de plasma, partículas, fazer objetos, controlar as características do plasma e muito mais coisas (que não estão aqui porque: ou não entendi ou não achei graça!)

Dá pra fazer bastante arte com esse editor, olha só ai do lado! Hehehehe…

Agora é hora de ver o Plasma Pong em ação:

Gostou? Quer baixar? Ai vai: http://www.plasmapong.com/

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Katamari Damacy - Vamos “bolar” o mundo!


Depois de ter visto esse jogo, jogado algumas vezes e querer ficar jogando direto… resolvi que esse merecia um review, pois algo tão estranho merece ser mostrado! Mas já olhando aqui para o lado, você pode dizer:

Ei! Esse jogo é de PlayStation 2… eu não tenho um PS2!

Bom, eu também não tenho um, mas tenho um amigo que tem! Então faça como eu, ache um amigo que tem e fique pentelhando o sujeito até ele arrumar esse jogo pra você brincar.

Katamari Damacy, ou só Katamari para os íntimos, é um jogo diferente de tudo que você já viu por quatro motivos:

  1. A história do jogo é completamente doente e sem sentido
  2. O objetivo do jogo é completamente doente e sem sentido
  3. Como você realiza o objetivo é completamente doente e sem sentido
  4. Você vai querer jogar mesmo sabendo que se trata de um jogo completamente doente e sem sentido

Agora que você já está preparado para ver esse tipo de bizarrice, eu posso mostrar isso: A Apresentação de Katamari Damacy!

Se você achou doente demais e prefere manter sua saúde mental do jeito que está… aconselho não continuar lendo esse review.

História

Um jogo assim não começa sem uma boa história.
Um belo dia o Rei do Cosmos, o cara muito esquisito que aparece logo no começo da apresentação, acorda depois de um baita de um porre e descobre que enquanto esteve chapado, ele destruiu todas as estrelas do Cosmos.
Então para consertar esse pequeno engano ele manda seu minúsculo filho, O Príncipe (o pequeno etzinho verde da apresentação), para a Terra para conseguir material para reconstruir as estrelas, constelações e outros corpos celestes.

Objetivo: Reconstruir as Estrelas

Como ele consegue isso? Bem, o Rei do Cosmos dá ao seu filho uma Katamari, uma bolinha altamente adesiva que se adere a tudo que tenha uma massa comparavel à dela.
Assim, o pequeno Principe/você tem apenas que sair andando por ai rolando essa bolinha e coletar coisas que vão grudando nela. Ele começa pegando coisas como clips de papel, tampinhas e insetos. Então sua Katamari vai aumentando e você vai conseguindo pegar coisas maiores como: TVs, pessoas, carros, casas, caminhões, fábricas, navios e assim vai! Até que sua Katamari chegue a uma massa apreciável de se fazer um estrela. Quando isso acontece, o Rei do Cosmos transforma a grande pelota de coisas coladas em uma estrela no céu.

Jogo

O jogo é muito bem feito, praticamente constroem um mundo inteiro para que você saia por ai bolando sua bolinha. Os controles são um pouco difíceis de se acostumar a ponto de ter total controle de sua Katamari, mas acredito que isso venha de algum fator externo: como o fato de que não sou acostumado a jogar naqueles malditos controles analógicos, e nesse jogo é só eles que você irá usar.
Existe um modo multiplayer mas não achei muita graça nele, a tela fica muito pequena e a experiência e sensação de se bolar uma Katamari fica muito reduzida.

Uma coisa que chama muita atenção são as músicas do jogo, elas doentemente combinam perfeitamente com toda a loucura que se passa na tela, recomendo que prestem atenção nelas e se for o caso, procurem na internet, por que nunca se sabe quando você vai surtar e sair por ai rolando uma bola cheia de super bonder!

Mas como sempre, uma imagem vale mais que mil palavras (e videos valem mais que mil palavras por segundo!), abaixo vocês podem ter uma noção do que é estar jogando Katamari:

Se alguém achou que perdeu seu tempo lendo sobre esse jogo, peço desculpas. Mas lembre-se de que alguém perdeu mais tempo ainda jogando e escrevendo sobre ele.

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DEFCON - Guerra Termonuclear Global


Quem nunca chegou em casa puto de vida, depois de um dia extremamente difícil, se perguntando: Cadê as guerras nucleares quando se precisa delas? Bem, talvez esse jogo seja a resposta para pelo menos parte da pergunta.

DEFCON é baseado no filme WarGames, Jogos de Guerra aqui no Brasil, da década de 80. No filme um garoto entra sem querer[1] no sistema de Defesa dos EUA e fica passeando por lá até encontrar o seguinte “joguinho”: GLOBAL THERMONUCLEAR WAR. Com esse nome tão interessante até os mais desligados em jogos iam querer jogor. No final das contas o garoto esta conectado com um “super” computador, WORP - War Operation Plan Response, que está no controle de todo o arsenal Norte-americano. Então, por ter iniciado o suposto jogo, o garoto está praticamente controlando todos os procedimentos para se iniciar uma guerra, acionando bases, silos nucleares e aeronaves. Não lembro como, mas o maldito garoto descobre que se trata de uma coisa real e vai atrás dos militares para “puxar o WORP da tomada”, mas como não é possível fazer isso, dão um jeito do WORP jogar com ele mesmo, enganando o sistema e evitando a Terceira Guerra Mundial. WORP fica jogando várias e várias vezes e acaba concluindo que a melhor jogada seria não jogar. O filme é muito bom, até onde consigo lembrar.

Bom, agora vou falar um pouco sobre o jogo. Como o WORP concluiu, a melhor jogada é não jogar, mas como assim não tem graça, vamos apertar o botão ué!
Nesse jogo os alvos civis são os mais importantes e que valem mais pontos(na verdade acho que são os únicos alvos que dão pontos), só é interessante atacar instalações militares para poder acertar mais alvos civis depois, sem se preocupar com contra-ataques ou mesmo de interceptarem suas ogivas. E é assim que funciona, quanto mais você arrasar o outro pais, melhor! Jogando, você acaba percebendo que é extremamente difícil ganhar sem perder alguns milhões de almas civis, na verdade o próprio fabricante do jogo diz: Nesse jogo ninguém ganha, mas talvez você possa perder por último.

Os gráficos são bem simples, visando parecer as telas computadores do filme, como da imagem ao lado. Se você está procurando por gráficos incríveis e explosões nucleares realistas, pode esquecer, por que em DEFCON as explosões são circulos brancos!
O jogo é meio parado, mas não se pode esperar algo tão dinâmico de um jogo puramente de estratégia.

Falar não funciona muito nessa área, o legal mesmo é ver o jogo, portanto ai vão alguns screenshots:


Brasil com Armas Nucleares! Yeah!


BigWorld. Nesse modo de jogo a coisa é mais complicada, você tem muitas unidades para adminstrar - cada pontinho é um caça ou bombardeiro.


Não gostaria de estar na Europa nesse dia.

Como físico fico triste de ver as ogivas indo pelos caminhos mais longos, como por exemplo quando você dispara dos EUA e quer atacar a Mãe Rússia, as ogivas vão pela horizontal, ou seja, passam por todo a atlantico, por toda a europa até chegar na Rússia. Na realidade é só disparar para o Norte que elas chegam muito mais rápido por fazerem um caminho menor (dá para se perceber que fazem isso na imagem do filme).
Gostei muito do jogo e sempre acabo brincando um pouco com ele para relaxar depois de um belo dia de aulas. Quem se interessar, pode baixar a versão demo do jogo em: http://www.everybody-dies.com/

Notas do autor:
[1]
Não lembro se foi sem querer, mas cá entre nós… querendo já é difícil, imagina sem querer.

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