Minas Terrestres de Ázarons
A aproximadamente dois meses fui contactado pelo Serviço de Inteligência do Exército Brasileiro que se mostrou muito impressionado com minhas Teorias sobre os Ázarons e me incluiram em um novo projeto de pesquisa e desenvolvimento de armas.
Basicamente, queriam que eu adaptasse minha Teoria dos Ázarons para fins bélicos. A tarefa me pareceu bastante complicada no começo, mas um dia… enquanto tomava banho tive uma idéia!
Trabalhei durante alguns dias nela e apresentei aos oficiais responsáveis pelo projeto. Todos ficaram empolgados e logo eu estava com a verba necessária para iniciar a construção dos protótipos.
Fundamos a Divisão de Armas Azarônicas e começamos a trabalhar. Nomearam o projeto como Projeto Rabuda, que consistia em construir uma mina terrestre que gerava azar. Mas o problema era: como fazer isso?
Trabalhei em uma forma de selecionar matéria com alta densidade de ázarons, ou seja, as mais azaradas através de uma centrifuga que separava os núcleos azadados dos não azarados. O núcleo escolhido para fazer a seleção era o de Tântalo, devido ao seu nome bonito e sua grande resistência a corrosão.
Nessa centrifuga existem duas regiões que os núcleos podem cair devido ação de giro, uma de fácil acesso e outro de difícil acesso, nessa qualquer um dos núcleos que caisse nesse compartimento reagia com oxigênio e formava tantalite (que fede muito! Dai a seleção funcionar bem para pegar os azarados). Depois de deixar a centrifuga funcionando por uma semana, já estavamos com uma boa quantidade de Tântalo Azarônico.
Perigo! Ázarons!
Com uma grande quantidade de material de alta interação azarônica são necessários vários cuidados no manuseio e transporte. Esses eram transportados em containers especialmente projetados seguindo padrões geométricos que inibem qualquer interação com ázarons, vide: Mas o que são ázarons. Trabalhavamos com roupas especiais desenvolvidas para inibir a ação de ázarons (pelo menos em nosso corpo, mas ocorreram muitos acidentes devido a efeitos externos dos ázarons).
A partir das massas de Tântalo montamos as minas em estruturas de fibra de carbono, madeira podre e cola, o resultado foi:
Mina Terrestre Classe ADA (Alta Densidade de Ázarons) - “Rabuda I”
Mina Terrestre Classe ADA (Alta Densidade de Ázarons) - “Rabuda II”
Grandes vantagens das minas de Ázarons:
1. Como os ázarons tendem a se aglomerar, as minas ficaram cada vez mais potentes com o passar do tempo.
2. Não podem ser desarmadas, o único jeito é encontra-las e detonar a carga útil de ázarons(para diminuir a concentração) ou mesmo levar a mina para longe, mas isso o deixaria mais exposto a ação azarônica dela. Ambos os métodos são tão perigosos quando ficar sob a influência da mina… “Você não pode escapar do azar”
3. Não são necessários nenhum tipo de sensor, parte eletrônica, mecânica ou metálica para seu funcionamento, dificultando ainda mais sua detecção.
4. Podem ser entregues nas mais diversas cores e sabores.
O Exército Brasileiro logo quis realizar testes e esses foram feitos no Camboja, Iraque, Israel e Etiópia. Todos foram classificados como um sucesso absoluto. O General Samuel Dimas Campos de Codorna aprovou o inicio de produção em massa das duas versões da mina terrestre para inicio de dezembro de 2007.
Testes em Israel:
Teste realizado em Israel. Soldados israelenses tentando alvejar um alvo de testes Brasileiro, mal sabiam que estavam sobre uma Rabuda I
A Rabuda II, versão anti-blindados da mina de ázarons, também se mostrou muito eficiente. Na maioria dos testes imobilizou e tirou de combate os veículos que passaram em seu raio de ação de 10m.

O Futuro
Uma nova versão está em fase desenvolvimento: A Mina Terrestre Classe ADA - “Canivete” (O nome vem de “Chuva de Canivetes”, por que onde ela estiver é bem provável que possa até acontecer isso, tamanha a concentração de azar gerada por ela. O nome foi idéia do General Samuel Dimas C. de C. enquanto chupava laranjas).
Ela poderá ser espalhada sobre uma grande área através de um disparo de obus de fragmentação ou por bombardeio. Assim que caem no chão, se ativam e ficam prontas para ação (o mecanismo de segurança e ativação dela é segredo militar). Abaixo temos um diagrama de como ela irá funcionar:

Nesse exemplo, soldados inimigos passam perto de uma Canivete a interação azarônica gerada por ela faz uma bigorna cair no sujeito da direita, uma colméia cair na cabeça do soldado do meio e faz o da esquerda atirar na própria perna.
(General Samuel Dimas Campos de Codorna)
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Como um grande amante de Star Wars, sempre me peguei pensando nas tecnologias associadas aos filmes[1] e como um bom Físico ficava imaginando como seriam esses dispositivos e veículos. Por exemplo um TIE Fighter, como seria estar naquele cockpit? Voando fazendo aquele barulho inconfundível e atirar aqueles raios verdes sinistros…
“Quando você chegar no bairro tal, vai ver uma antena esquisita que parece um TIE Fighter. É só seguir a antena que é minha casa”







O que acontece quando se tem uma rampa kilométrica, uma borracharia de donos japoneses e uma câmera?
Isso acontece porque dependendo de momento de inércia de um corpo ele vai converter mais energia cinética em rotação do que em translação. No caso do exemplo, eles vão chegar nessa ordem ao lado. O aro, que tem o maior momento de inércia, ele vai concentrar mais energia sob forma de rotação em torno de seu centro de massa do que em movimento de translação(pra frente). Se você quiser saber mais sobre momento de inércia de diferentes corpos aqui vai um bom link: 
















