O azar sempre foi um assunto recorrente aqui no Efeito Ázaron. Desde o inicio do blog, muito estudos sérios e experimentos sobre essa manifestação da natureza foram realizados, levados a seus extremos e analisados minuciosamente. Desses esforços, surgiu a Teoria dos Ázarons que explicou com grande precisão todos os fenômenos físicos envolvidos no azar. Mas algo nessa Teoria incomodava a muitos… era a assimetria que não permitia a existência de anti-ázarons (ou sórtons como foram apelidados)
Infelizmente, o Universo é assim. Parece que não existem mesmo partículas associadas a sorte apesar de alguns cientistas ainda manterem seus esforços e investimentos na sua procura, principalmente utilizando o LHC. Essa busca é incentivada por constatações experimentais de que a sorte, se manisfesta em pequenas regiões do espaço e por curtos períodos de tempo. Mas isso é um erro de interpretação.
Como vimos, na Teoria (posts anteriores), a sorte realmente não está associada a uma “partícula da sorte”, mas vocês podem ser perguntar: Como se explica o fato de algumas pessoas terem muita sorte? As vezes até… por várias vezes seguidas?
A solução desse problema é de crucial importância para validar a Teoria e sua resposta me veio em um sonho… um sonho erótico… muito quente… com mul… ops…
Voltando… o que acontece é o seguinte: Uma pessoa ou objeto azado, como sabemos, distorcem o espaço a sua volta e funcionam como um atrator de mais ázarons. No entanto, quando temos um sistema de dois corpos azarônicos a situação se modifica e temos o surgimento de uma ou várias regiões privilegiadas no espaço.
Supondo os dois corpos azarônicos em repouso, a região entre eles, acaba ficando com uma densidade de ázarons por volume muito baixa, uma vez que os que estariam ali já teriam sido atraídos para os corpos azarônicos próximos. Sendo assim, essas regiões tem pouca interação com ázarons e faz com que a “sorte” se manisfeste ali. Abaixo temos um exemplo com uma cadeira e um boneco voodoo:

Campo de Sorte gerado por dois corpos azarônicos em repouso
Para o caso de corpos em movimento, a coisa fica realmente complicada. Mas o legado da Física nós fornece ferramentas… por exemplo: para dois corpos azarônicos orbitando um ao outro, temos as soluções de Lagrange que determinam as posições onde a atração de ázarons e a força centrípeta se igualam, dando originem a cinco regiões ou pontos de Lagrange, que nesse caso viram pontos de Lagrange-da-sorte. =D
Se você é azarado e tem um objeto ou amigo que também é, pode fazer um experimento em casa, utilizando os resultados de Lagrange, e gerar potencias de sorte estáveis ao correr em volta do outro objeto azarado (é claro, obedecendo as leis de Kepler). Lembre-se de que eles também se movimentam na orbita!
Sendo assim, o tempo todo estamos sujeitos a passar por esse tipo de região: no mercado, na rua, na faculdade… e devido a grande quantidade de pessoas, objetos e nossa falta de conhecimento sobre os atratores de ázarons presentes, fica impossível determinar essas regiões.
Isso também explica as famosas “marés de sorte” que podemos ter. Provavelmente um desses pontos passou por você ou existem vários desses por onde você frequenta. Também explica o foto de Anônimo (dos podcasts) sempre tirar 6 nos dados quando joga WAR comigo e o Cafetron, acho que ele sempre senta num desses pontos.
Bem, por enquanto é isso! Logo trarei mais resultados fresquinhos sobre meus estudos azarônicos… Um grande abraço a todos e feliz ano novo sem azar!!
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Leituras recomendados:
- A definição do azar
- Motores perpétuos de ázarons
- Mas.. o que são ázarons?
- Minas terrestres de ázarons




Então, vou falar um pouco do Trackmania Nations Forever (TmNF), um jogo que está no meu computador a um bom tempo, que nunca me canso de jogar e que é responsável por me manter vivo quando a internet cai por aqui (coisa não muito rara). Trata-se de um jogo de corrida, porém um tanto quanto… diferente da maioria.



















