Arquivo - Armas

Centurions ou quase…


Quem não se lembra do desenho Centurions? Tá bem… muita gente.

Centurions foi um desenho feito em 1985 e exibido aqui no brasil entre final dos anos 80 e início dos 90. Nele, temos um grupo de terroristas cibernéticos querendo dominar o mundo e para nos salvar dessa terrível ameaça temos os nossos três heróis, centurions, que usam roupinhas coloridas cheias de pinos que servem para fixar armaduras e armamentos incríveis que são enviados via teletransporte por uma estação espacial conhecida como MIR.. ops.. quero dizer, SkyVault. Cada um deles tem uma diferente especialidade: Jake Rockwell especialista em operações em terra, Max Ray um brilhando comandante em operações navais e Ace McCloud um perfeito Ás!

Com base nesse desenho, os brilhantes engenheiros/físicos (=P) bélicos Finlandeses estão desenvolvendo um equipamentos parecido com o utilizado por Ace McCloud (o cara de azul da foto acima). Abaixo temos um vídeo dos primeiros testes realizados com um mendigo bêbado e com os saltos feitos de um balão:

O próximo passo é instalar em diferentes pontos do corpo do sujeito: um sistema de radar, pilons para mísseis, metralhadoras, laser-pointers, sistemas de contra-medidas eletrônica, tanques de combustível auxiliares e compartimentos para saquinhos de anti-vômito.
Boa sorte aos Finlandeses.

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Tanques e Campos de Força


Legal né? Parece que o esse futuro distante está, pelo menos um pouco, mais próximo de se tornar realidade.
Se você não sabe de quais Campos de Força estou me referindo, são aqueles que agem como um escudo protetor, repelindo ou neutralizando ataques inimigos que tanto vemos na TV.

Onde podemos encontrar Campos de Força:

- Star Wars.
- Independecy Day.
- Star Trek (Hunf.. só pra constar vai…).
- Rambo 1, 2 e 3[1].
- Duro de Matar 0.89beta, 1, 2, 3 e 4.21
- Filme que não lembro o nome 1.
- Filme que não lembro o nome 2.
- Jessica Alba.
- Sonic 2 e 3.
- Out of this World (lembra?).
- Homeworld.
- Starcraft*
- N-séries de ficção científica.
- N-séries de desenho animado.
- N-livros de ficção científica.
- N-jogos.

Esses famosos Campos de Força são tão comuns e manjados nas histórias de ficção que já viraram clichê. Tanto clichê que já conseguiram desenvolver um equipamento equivalente a um campo de força só para pararem de falar deles nas histórias de ficção!

Como funciona?

O sistema não é tão maravilhoso e mágico como os da ficção, mas funciona basicamente do mesmo jeito, ele protege o veiculo de ataques a uma certa distância.
Quem começou com essa brincadeira foram os russos com o Drozd APS em 1983 (eu hein!). O dispositivo, muito engenhoso, só conseguia proteger o veiculo em certos ângulos e nem sempre funcionava perfeitamente, mas esse sistema foi aperfeiçoado e o resultado foi o Arena APS.


Arena em ação!

Um radar detecta a aproximação de um projétil / granada-propulsada / Míssil / Tijolo / Bumerangues metálicos e passa os dados a um computador que seleciona e dispara uma das cargas montadas em pequenos silos sobre o veiculo. Essas cargas possuem um explosivo que quando detonado dispara vários fragmentos da carga em direção ao item voador descrito acima. O projétil até chega a colidir com o veículo, mas esse está completamente desarmado ou tão danificado que mal consegue provocar danos consideráveis no veículo, como se pode ver abaixo:

Agora é a vez dos Israelenses! Estão testando um sistema muito parecido com o Arena, só que… melhorado. O Trophy Active Protection System consegue fazer um proteção de 360° e ainda tem um tempo de reação menor que o Arena.

Além do Arena, o Russos inventaram um outro sistema que interfere nos sistemas de orientação dos mísseis anti-tanque, uma solução menos ogra[2] do que tacar coisas nos projeteis, mas isso é assunto para um próximo post! Hehehe…

E o Azar?

Tudo isso pode parecer uma maravilha, mas acho que para um soldado do lado de fora do tanque esses sistemas devem dar muito medo. Imagine estar perto do tanque, talvez tentando se abrigar de fogo inimigo, e disparam um RPG contra ele? Eita! Grandes chances de ficar machucado com fragmentos da munição do tanque amigo ou do projétil danificado inimigo… ou pior, nem quero imaginar isso funcionando perto de uma Rabuda II. No final das contas, tudo está na concentração de ázarons por volume!

Moral do post: Sabe aquele cara azarado da sua Unidade? Livre-se dele!
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Notas do Autor:

[1] Por que acha que praticamente nenhuma bala acerta ele?
[2] Respeito! Ogramente foda, isso sim! Por que não é fácil conseguir acertar um projétil voando em sua direção a 1200m/s.

* Valeu Magister!

Minas Terrestres de Ázarons


A aproximadamente dois meses fui contactado pelo Serviço de Inteligência do Exército Brasileiro que se mostrou muito impressionado com minhas Teorias sobre os Ázarons e me incluiram em um novo projeto de pesquisa e desenvolvimento de armas.

Basicamente, queriam que eu adaptasse minha Teoria dos Ázarons para fins bélicos. A tarefa me pareceu bastante complicada no começo, mas um dia… enquanto tomava banho tive uma idéia!
Trabalhei durante alguns dias nela e apresentei aos oficiais responsáveis pelo projeto. Todos ficaram empolgados e logo eu estava com a verba necessária para iniciar a construção dos protótipos.

Fundamos a Divisão de Armas Azarônicas e começamos a trabalhar. Nomearam o projeto como Projeto Rabuda, que consistia em construir uma mina terrestre que gerava azar. Mas o problema era: como fazer isso?

Trabalhei em uma forma de selecionar matéria com alta densidade de ázarons, ou seja, as mais azaradas através de uma centrifuga que separava os núcleos azadados dos não azarados. O núcleo escolhido para fazer a seleção era o de Tântalo, devido ao seu nome bonito e sua grande resistência a corrosão.

Nessa centrifuga existem duas regiões que os núcleos podem cair devido ação de giro, uma de fácil acesso e outro de difícil acesso, nessa qualquer um dos núcleos que caisse nesse compartimento reagia com oxigênio e formava tantalite (que fede muito! Dai a seleção funcionar bem para pegar os azarados). Depois de deixar a centrifuga funcionando por uma semana, já estavamos com uma boa quantidade de Tântalo Azarônico.

Perigo! Ázarons!

Com uma grande quantidade de material de alta interação azarônica são necessários vários cuidados no manuseio e transporte. Esses eram transportados em containers especialmente projetados seguindo padrões geométricos que inibem qualquer interação com ázarons, vide: Mas o que são ázarons. Trabalhavamos com roupas especiais desenvolvidas para inibir a ação de ázarons (pelo menos em nosso corpo, mas ocorreram muitos acidentes devido a efeitos externos dos ázarons).
A partir das massas de Tântalo montamos as minas em estruturas de fibra de carbono, madeira podre e cola, o resultado foi:

Mina Terrestre Classe ADA (Alta Densidade de Ázarons) - “Rabuda I”
Mina Terrestre Classe ADA (Alta Densidade de Ázarons) - “Rabuda II”

Grandes vantagens das minas de Ázarons:

1. Como os ázarons tendem a se aglomerar, as minas ficaram cada vez mais potentes com o passar do tempo.
2. Não podem ser desarmadas, o único jeito é encontra-las e detonar a carga útil de ázarons(para diminuir a concentração) ou mesmo levar a mina para longe, mas isso o deixaria mais exposto a ação azarônica dela. Ambos os métodos são tão perigosos quando ficar sob a influência da mina… “Você não pode escapar do azar
3. Não são necessários nenhum tipo de sensor, parte eletrônica, mecânica ou metálica para seu funcionamento, dificultando ainda mais sua detecção.
4. Podem ser entregues nas mais diversas cores e sabores.

O Exército Brasileiro logo quis realizar testes e esses foram feitos no Camboja, Iraque, Israel e Etiópia. Todos foram classificados como um sucesso absoluto. O General Samuel Dimas Campos de Codorna aprovou o inicio de produção em massa das duas versões da mina terrestre para inicio de dezembro de 2007.

Testes em Israel:


Teste realizado em Israel. Soldados israelenses tentando alvejar um alvo de testes Brasileiro, mal sabiam que estavam sobre uma Rabuda I

A Rabuda II, versão anti-blindados da mina de ázarons, também se mostrou muito eficiente. Na maioria dos testes imobilizou e tirou de combate os veículos que passaram em seu raio de ação de 10m.

O Futuro

Uma nova versão está em fase desenvolvimento: A Mina Terrestre Classe ADA - “Canivete” (O nome vem de “Chuva de Canivetes”, por que onde ela estiver é bem provável que possa até acontecer isso, tamanha a concentração de azar gerada por ela. O nome foi idéia do General Samuel Dimas C. de C. enquanto chupava laranjas).
Ela poderá ser espalhada sobre uma grande área através de um disparo de obus de fragmentação ou por bombardeio. Assim que caem no chão, se ativam e ficam prontas para ação (o mecanismo de segurança e ativação dela é segredo militar). Abaixo temos um diagrama de como ela irá funcionar:

Nesse exemplo, soldados inimigos passam perto de uma Canivete a interação azarônica gerada por ela faz uma bigorna cair no sujeito da direita, uma colméia cair na cabeça do soldado do meio e faz o da esquerda atirar na própria perna.

Começamos uma nova era de dispositivos bélicos e o Brasil se encontra na vanguarda dessa tecnologia totalmente nacional.
(General Samuel Dimas Campos de Codorna)

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Dinastia TIE


Como um grande amante de Star Wars, sempre me peguei pensando nas tecnologias associadas aos filmes[1] e como um bom Físico ficava imaginando como seriam esses dispositivos e veículos. Por exemplo um TIE Fighter, como seria estar naquele cockpit? Voando fazendo aquele barulho inconfundível e atirar aqueles raios verdes sinistros…

Mas algo não estava certo. Desde pequeno, quando ainda era um menino que não fazia idéia de seu destino como um pobre Físico, já tinha chegado a conclusão de que os gloriosos TIE Fighters eram uma grande piada (não uma piada ruim, uma piada de MUITO BOM gosto, que isso fique claro!).
Sempre fui fascinado por esse modelo em especial (logo depois dos X-Wing) até porque esse era o meio como eu ensinava meus amiguinhos de escola a acharem a minha casa:

Quando você chegar no bairro tal, vai ver uma antena esquisita que parece um TIE Fighter. É só seguir a antena que é minha casa

Meu pai falava muito em rádio amador nessa época e ele tinha uma antena muito invocada, era a Quadra Cúbica de 2 Elementos! Ela ficava em uma torre bem alta que dava para se ver do bairro todo (e também gerava interferência em todas as TVs! Hehehhe). Voltando ao assunto…

Nunca achei o design dos TIE lá muito funcional, apesar disso ter feito dele único, sem contar na sua extrema semelhança com um “H” que não sei porque mas parece que o puto que bolou todas as naves de Star Wars, estava tomando sopa ou cereal de letrinhas. Até símbolos foram usados, como “%” e “*”, veja o TIE % e o TIE WTF? lá embaixo.

TIE - Especificações:

Nome/Modelo Nº.: TIE Starfighter
Projeto/Construção: Sienar Fleet Systems
Designação de Combate: Caça Estelar de Nível Superior
Tripulação: 1 Piloto
Sistema de Energia: Reator de ionização solar SFS I-a2b
Sistema de Propulsão: Motores de íons duplo SFS P-s4 (a 150KTU)
Velocidade: 100MGLT
Sistema de Controle de Vôo: Sistema de Vôo SFS F-s3.2
Taxa de Mobilidade: 100DPF
Navegação: Sistema computacional N-s6 Navcom
Hiperdirecionador: -
Armas: Dois canhões laser SFS L-s1(tiro simples ou agrupado)
Escudos e Fuselagem: Sem escudos
Fuselagem de titânio com painéis solares recobertos com aço quadâmico
(a 15RU)

Pelas unidades fornecidas pelo fabricante, acima e em negrito, a percebe-se que eles realmente usam o Sistema Imperial (sacou a piadinha?), o que torna impossível qualquer analise segundo os nossos padrões internacionais e aceitos pela Federação de Comércio. Portanto não farei nenhuma consideração ou contestarei qualquer uma dessas especificações listadas[2].

Além do modelo padrão especificado acima, os caças TIE tem muitos variantes, muitas mesmo, formando uma verdadeira Dinastia TIE:


Alguns modelos selecionados

Parece que quanto mais olho para qualquer TIE mais intrigado fico. Já pararam para pensar em como eles pousam? Bem, eu já! Desconsiderando o fato de que eles devem se atracar em gruas ou algo parecido, deixar que elas simplesmente fiquem em repouso sob seus painéis é triste né? Daí imaginei algumas outras formas de faze-la pousar com segurança… ou sem.

Agora, algumas perguntas que não querem calar:
Será que aquelas duas paredes de cada lado do TIE não atrapalha a visão? Um TIE com um painel só voa em circulos assim como patos de uma perna só nada? Por que eles não tem escudos? É caro? Vader é tão muquirana assim? Por que eles não tem hiperpropulsor? Até X-wing tem… se não me engano.

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Notas do Autor:

[1] Por favor, não me venham pedir pra explicar coisas de Star Trek!
[2] Sei que algum maluco inventou essas unidades, mas isso é pra ser divertido e não doentio. Não vou ficar seguindo George Lucas pra perguntar isso.

Rearmamento em Vôo


Introdução

Uma grande limitação tanto para vôos comerciais e militares é a autonomia dos aviões. Desde os primórdios da aviação esse problema era um dos principais alvos dos projetistas. No entanto quem deu o maior passo para resolve-lo foi o piloto americano James W. Whisky.

A história conta que Whisky estava bebendo em seu avião, quando este ficou sem combustível. Temendo por sua morte e por estar chapado demais, Whisky abriu a tampa do tanque de combustível de seu biplano e despejou uma garrafa Whisky 12 anos. Seu motor radial conseguiu se manter funcionando até que ele pudesse pousar o avião com uma certa segurança, pois ele quebrou sua perna no processo, sua versão é de que palhaços o atrapalharam no pouso, que por sua vez provocaram o acidente[1]. Mas ninguém lhe deu ouvidos.

Anos depois, seguindo a idéia de Whisky, outros dois pilotos enfrentaram um problema de falta de combustível que foi solucionado passando-se garrafas de refrigerante 2L de um avião para outro, evitando assim outro acidente. Assim, mais dois bebados inventaram algo útil na cagada, o reabastecimento em vôo.

A técnica foi aperfeiçoada durante os anos seguintes, como se pode ver abaixo. Mas um novo problema surgiu… assim como o combustível, os armamentos e munições “tendem” acabar muito rapidamente em combate, ou por que o piloto é ruim de mira ou por que é bom de mira.

Rearmamento em Vôo

O rearmamento em vôo pode se tornar realidade em muito pouco tempo, graças aos esforços de vários israelenses muito revoltados.

A Far Technologies é a mega empresa bélica (e também importadora e distribuidora de Doritos em Israel) que está testando seu mais novo ABRA - Airborne Rearming System. O ABRA, poderá ser instalado, com algumas modificações, em C-130, C-130c, C-17, e até em C-5. Ele vem equipado com um “braço mecânico” que prende a aeronave ao sistema que com ajuda de câmeras e sensores fazem o rearmamento, e esses podem operar tanto durante o dia como a noite.
O caça que é rearmado precisa apenas de um pylon[2] especial para desfrutar dessa mordomia.
Abaixo temos uma simulação com aviões verdes e azuis (outras cores estão sendo estudadas):

A mágica desse dispositivo é permitir que poucos aviões possam dar conta de missões complexas e longas, que seriam limitadas apenas pela quantidade de armamento que cada caça ou bombardeiro pode carregar, uma vez que o reabastecimento em vôo já é algo comum.

Os próximos passos? Bem.. são muitas as possibilidades! Uma outra empresa a Far Far Away Tecnologies of the Forgotten Past - FFATFP está pensando ainda mais além! Por exemplo: os pilotos que não curtem fazer suas necessidades numa garrafinha ou na própria roupa, terão o Air WC que se acopla a cabine do avião, mas ainda se encontra em fase de teste.

A rede de fast-food McDonalds também está de olho nessa tecnologia e está desenvolvendo um novo conceito, o Fly-Thru, onde pilotos e passageiros poderâo fazer pedidos em vôo.


O Mc Napalm é o preferido entre os pilotos de F-16

E as aplicações não param por ai! Alguns cafetões já planejam expandir seus negócios até as alturas e já foram encomendados a FFATFP 30 jetpacks para iniciar o que eles chamam de cafetinagem aeroespacial. Meu amigo pessoal e cafetão pode dizer mais sobre o tema..

Cafetão Cubano: A indústria aeroespacial transparece como o mercado mais promissor e tudo que mais quero é estar na vanguarda da cafetinagem, pensei então em cruzar as duas coisas. Hoje a troposfera, amanhã a galáxia. Você acorda, checa os escudos defletores, verifica os sinais vitais dos operários em criogenia que você está contrabandeando, acende um plutoniozinho pra relaxar… aí então, quando você olha pela janela e vê a romântica imagem de uma nebulosa, percebe que está sozinho em meio ao espaço grande, escuro e vazio, com o desejo intenso de amar e ser amado… mas sua única companhia feminina é um computador de bordo chamado “Lindalva”. Aí você liga o transcomunicador e chama uma prostituta.

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Notas do autor:

[1] Hoje temos provas científicas de que 84,34% dos acidentes aéreos são causados por palhaços. Eles são uma séria ameaça a indústria aeroespacial e devem ser combatidos a todo custo. Os outos 15,66% dos acidentes são provocados por gremlins.
[2] Pylon é aquele “cabide” em que os mísseis, bombas e tanques de combustíveis ficam presos sobre as asas ou fuselagem dos aviões.

Armas Laser My Ass!


Quem precisa de uma arma laser se existem as maravilhosas Gatling´s com munição traçante[1]?

A Gatling foi inventada por volta de 1860 pelo Norte-americano Richard J. Gatling. Foi uma das primeiras “metralhadores”, está diferente das metralhadoras atuais que usam parte da energia do cartucho para fazer a recarga, a Gatling usa uma força externa vindo de acionamento manual nos modelos antigos e por motores nas mais atuais. Praticamente não a limite para o número de disparos que se pode fazer com uma Gatling[2], quanto mais rápido você a girar, mais rápido dispara.

Bem, devem estar se perguntando por que raios eu estou falando disso, não é? Foi por que eu vi isso:

Notas do Autor:
[1] Munição tratada com um pequeno aparato pirotécnico, geralmente fósforo ou magnésio, que se incendeia depois do disparo, deixando um rastro visível a olho nú.
[2] Existem sim algumas limitações, tais como resistência da estrutura dos “canos” e sua resistência ao calor dos vários disparos seguidos.